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Inclusão Social e Acessibilidade



O Deputado Adalberto Freitas, no exercício de seu mandado, cobrará do Executivo o cumprimento das Leis já existentes sobre estes temas, exigindo a aplicação das penalidades previstas em cada uma delas.

Trabalhará, também, no sentido de aperfeiçoar a legislação para garantir o direito a uma mobilidade urbana acessível a todas as pessoas e não só PCD, como, sexagenários, gestantes e obesos mórbidos.

Atuará para a formação da pessoa com deficiência, através de ensino especializado em escolas inclusivas. Para isso, é necessário criar uma formação adequada aos professores que tenham capacidade, inclusive, para acompanhar todo e qualquer tipo de deficiência, seja ela, autista, auditiva, intelectual e outras.

O Deputado Adalberto Freitas proporá a descentralização dos centros de reabilitação, pois praticamente todos eles estão distantes da periferia onde a maior parte das pessoas com deficiência reside. Desta forma, é fundamental a instalação de centros de reabilitação na periferia.

O Deputado considera muito importante que seja feita uma fiscalização mais rígida nas empresas que tenham acima de 100 (cem) funcionários, para que seja cumprida a lei de cotas, com um diferencial não só para cargos básicos de baixos salários, mas, também, para profissionais com altos cargos, por exemplo: gerentes, administradores, engenheiros, médicos, etc., com uma remuneração compatível com o mercado ou de acordo com sua formação.

A proposta de trabalho prevê, ainda, que princípios de acessibilidade sejam aplicados às leis existentes principalmente no que se referir ao turismo, lazer e esporte. Para tanto, é primordial o transporte adequado, acessível, e com respeito ao deficiente e às pessoas com mobilidade reduzida, pois os deficientes com emprego digno e transporte adequado terão o direito de frequentar shoppings, cinemas, teatros e restaurantes.

O Deputado Adalberto Freitas defende a criação de um centro de estudo e tratamento de doenças neuromotoras que são, em sua maioria, excluídos pela sociedade. Lembrando, que o Brasil tem um quarto de sua população com algum tipo de deficiência.


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